quarta-feira, julho 11, 2012

I hate myself for being such a letdown.






«Eis algumas das coisas que aprendi na vida:


Que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isto.


Que levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la.


Que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.


Que as circunstâncias e o ambiente têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.

Que ou você controla seus atos, ou eles o controlarão.

Aprendi que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências.

Que paciência requer muita prática.

Que existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem como demonstrar isso.

Que algumas vezes a pessoa que você pensa que vai lhe dar o golpe mortal quando você cai, é uma das poucas que lhe ajudam a levantar-se.

Que só porque uma pessoa não o ama como você quer, não significa que ela não o ame com tudo o que pode.

Que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens: seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.

Que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém. Na maioria das vezes você tem que perdoar a si mesmo.

Que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido; "o mundo não pára, esperando que você o conserte".»





"And you're the one telling me that you don't think
I might be a fan of your insolence
But that don't make you the innocent
You're just like the rest of those girls"

segunda-feira, julho 09, 2012

"To be or not to be, that is the question"


   
Uma peça intemporal da literatura inglesa, é o trabalho mais longo de Shakespeare, tem como "perfeita", um dos adjectivos que mais se utiliza na descrição. Para quem não conhece, bem, aqui vai uma amostra:

"Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir... é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir... Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar acção. (...)"

William Shakespeare, Acto III, Cena I, The Tragedy of Hamlet, the Prince of Denmark




quinta-feira, julho 05, 2012

This is hell, and we can't leave.

   Um dos meus clássicos de infância, a Cinderela, ou neste caso, Cenicienta. Tendo uma (ex) madrasta da terra dos nostros hermanos, cresci a ver este filme em espanhol. E agora que penso, o tempo passado com este lado da 'família', Cenicienta era um dos poucos filmes de desenhos animados que eu e a irmã víamos - o que pode explicar muitas nóias e paranóias que possuo actualmente. Uma dica amigável, não vejam o "In the Company of Wolves" se têm menos de 10 anos. Seriously.

   Mais uma vez, a varinha mágica da Disney entra em acção, e temos um desfecho bem diferente da história publicada por Charles Perrault, embora existam historiadores que defendem que a história tem raízes na Antiguidade Clássica.

   Aqui vos deixo as lindas duas canções do filme:







quarta-feira, julho 04, 2012

Music of the Night.

   Eu nunca fui uma grande fã de musicais, mas o Fantasma da Ópera conquistou-me (mesmo tendo algumas cenas que, enfim, does not compute), pelas suas canções, pela fotografia, pelo Gerald Butler. Originalmente publicada em 1909 por Gaston Leroux, conta-nos a história dum Teatro "assombrado" por um infame Fantasma, que secretamente dá aulas a Christine Daaé, um elemento do coro que, com o apoio do Fantasma, chega a interpretar a ária principal da peça. Claro que o filme de 2004 tem um desfecho feliz, tendo Christine seguido o seu coração e ficado  com Raoul em vez do Fantasma, que, por tanto a amar, permitiu que ambos fugissem da sua câmara de tortura com vida.

   Aqui vos deixo o trailer e uma amostra das canções:













terça-feira, julho 03, 2012

Out of sight, out of mind, and into the sea.

   A Pequena Sereia é um clássico da minha infância, ficando atrás do meu filme favorito da Disney por míseros pontos (A Bela e o Monstro). Tenho a forte impressão, mesmo não sendo corroborada pela minha irmã, de que era visto frequentemente (quiçá todos os dias?), enquanto que A Bela e o Monstro era visto mais em ocasiões especiais - lembro-me dum Domingo particular em que eu e a irmã passamos a noite na casa da vizinha, e passamos a manhã a vê-lo.

   Claro que a versão Disney difere muito (e ainda bem) da história de Hans Christian Andersen (originalmente escrita como um ballet). Nenhuma de nós precisa de saber, nas nossas tenrinhas juventudes, em que a vida era jogar a bola, brincar com os nenucos e dormir a sesta, que a Pequena Sereia teria de matar o Princípe (que não se casa com ela) para se tornar humana,  o seu grande sonho, algo que ela não conseguiu fazer, tendo-se apunhalado com um punhal, desfazendo-se em espuma de mar.
Só de pensar que a morte da Ursula é considerada uma das mortes mais chocantes dos filmes Disney, imaginem com este final!

   Aqui ficam duas das minhas canções favoritas, e o trailer do filme: